Inez Viana encarna a personagem A Feia em um monólogo temperado com muita imaginação e humor, sob direção de Guilherme Piva. Em um cenário vazio, apenas com uma pedra e alguns pergaminhos, o espetáculo começa em um prólogo. Uma mulher contemporânea conta que - com a ajuda de um ex-historiador que virou terapeuta de vidas passadas - descobriu que no século X antes de Cristo foi uma das 700 esposas do Rei Salomão, a mais feia de todas, mas a única com habilidade de escrever. Encantado com esse dote inusitado, o soberano lhe dá a missão de escrever a História da humanidade.
Serviço
A Mulher que Escreveu a Bíblia
Teatro Plínio Marcos - Complexo Cultural Funarte Brasília, Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 25 a 28 de outubro. De quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Vendas: bilheteria do teatro
Classificação indicativa 16 anos
Categoria: Teatro Data: 18.10.2012 Local: Funarte
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A Prova de Fogo
Nos dias 22 e 23 de setembro, sábado e domingo, na Funarte Brasília, um espetáculo teatral vai mostrar os embates dos estudantes contra a repressão política no Brasil, no período da ditadura militar. “A Prova de Fogo”, montagem da peça de Consuelo de Castro, escrita em 1968, terá duas sessões por dia, com entrada franca, no Teatro Funarte Plínio Marcos. Antes das apresentações, será exibido um documentário, com depoimentos de personalidades que se destacaram na luta contra o regime autoritário brasileiro do período 1964 – 1985.
“A Prova de Fogo” mostra a ocupação do prédio de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), em 1968, às vésperas do Ato Institucional nº 5 (AI-5). Além das lutas dos estudantes contra a ditadura, a trama narra as divergências ideológicas dentro do próprio movimento estudantil, entre o líder Zé Freitas e seus opositores. Freitas propõe a desocupação da Faculdade, em aceitação às exigências do Governo. Mas é deposto pelos estudantes, que defendem uma postura ofensiva, no confronto com a polícia. Envolvidos pela atmosfera tensa daquele momento, os conflitos políticos e humanos se intensificam, durante a narrativa, e revelam ainda o efervescente movimento cultural revolucionário da época. Freitas vive o fim de um relacionamento com Júlia Silva, sua opositora, ao mesmo tempo em que se envolve com Rosa Prado, jovem burguesa, que perde a virgindade com o militante.
“A Prova de Fogo” é o texto de estreia de Consuelo, proibido pela censura, durante anos, e premiado, em 1974 pelo Serviço Nacional de Teatro (SNT), com o título de “A Invasão dos Bárbaros. A peça foi a base do curso de interpretação idealizado por Paulo Betti, com a participação, em seus primeiros momentos, de quatro amigos seus, proprietários da Casa da Gávea, no Rio: Vera Fajardo, Paulo Betti, Rafael Ponzi e Cristina Pereira. A principal proposta do projeto é resgatar o emblemático ano de 1968 e relacionar o fervor político de então às transformações humanas, desencadeadas pela negação às regras impostas. “É ligar a nossa juventude, ao passado, humanamente, revelando as contradições, o medo, a opressão, os valores, a crença no coletivo, as paixões”, define a diretora, Vera Fajardo. Diz o crítico e teatrólogo Sábato Magaldi, sobre o texto: “A Prova de Fogo é um dos mais verdadeiros e importantes documentos do país. Quem desejar entender, no futuro, o que se passou no Brasil, de 1964 a 1968, precisará tomar conhecimento da peça. E ela não ilumina apenas um período, mas todo um processo. Deve ser encarada, portanto, como uma das obras que trouxeram uma contribuição efetiva à dramaturgia brasileira: com grandeza do tema e da situação, exemplaridade das personagens, boa arquitetura cênica e eficácia do diálogo”.
O espetáculo faz parte do Projeto “Marcas da Memória” da Comissão de Anistia - Ministério da Justiça. O objetivo da iniciativa é levar o espetáculo principalmente para jovens estudantes, com ampla informação e reflexão do que ocorreu durante o regime ditatorial brasileiro. Os realizadores pretendem, com isso, contribuir para a conscientização daqueles que não viveram o período, preservar a memória dos fatos e prevenir o futuro, para que não se repitam os atos arbitrários da época.
Sobre a autora, escreveu Yan Michalski: “Representante destacada da brilhante geração de dramaturgos surgida sob a ditadura, Consuelo de Castro é, entre os autores dessa geração, talvez a que possui o corpo de obra mais volumoso e diversificado. Em comum com os outros, ela tem o sentimento de inconformismo e indignação que perpassa tudo que ela escreve. O que a distingue dos outros é a sua excepcionalmente visceral noção de teatralidade, um diálogo notavelmente colorido, que ela cria com uma espantosa espontaneidade, e uma inquietação que a faz partir sempre em busca de novos caminhos”.
Serviço
A Prova de Fogo
Teatro Plínio Marcos - Complexo Cultural Funarte Brasília, Setor de Divulgação Cultural, Lote II
Dias 22 e 23 de setembro. Sábado, às 19h e 21h. Domingo, às 18h e 20h
Entrada franca
Classificação 14 anos
Categoria: Teatro Data: 20.09.2012 Local: Funarte
Rolla Pedra Acústico
Seguindo com seu propósito de fomentar a música feita em nossa cidade, provocar a formação e valorização de uma nova geração de artistas brasilienses que possam se projetar nacionalmente, bem como contribuir com a formação de platéia para estes artistas, o projeto Rolla Pedra apresenta sua mais nova ação: o Rolla Pedra Acústico. Esta ação é composta de 8 edições e contará com a apresentação de 19 grupos musicais. Alguns dos principais nomes representativos da atual cena musical brasiliense e goiana aceitaram o desafio e executarão seus principais sucessos com novos arranjos e roupagem musical acústica. Diferentemente de seus shows habituais, os artistas do projeto farão apresentações mais intimistas, desplugando instrumentos, trocando as guitarras por violões, diminuindo as distorções e sendo acompanhados também por baixos acústicos, piano, gaita, violinos ou violoncelos. De 06 a 28 de setembro Sala Cássia Eller será ambientada com cenário e iluminação adequada ao projeto.
Os gêneros musicais contemplados no Rolla Pedra Acúscito vão da MPB, Instrumental, passando pelo Blues, Pop, Rock até o Metal. O projeto, que resgata o nome do lendário Teatro Rolla Pedra, explora o ecletismo musical, gera oportunidades de apresentação a um número maior de artistas, sugere um formato diferenciado (ao mesmo tempo em que desafia os músicos a rearranjar suas canções e agregar novos elementos a seus shows), além de oferecer opção de música qualificada ao público da cidade.
Programação:
06.09 - Blues
![]() |
| Autoramas |
Pablo Fagundes e Marcus Moraes
07.09 - MPB
Ellen Oléria
Dillo D´Araújo
13.09 - Power rock
Etno
O Trampa
Brown-Há
14.09 - Rockabilly
Henry Paul Trio (SP)
Bad Motors (SP)
Os Dinamites
20.09 - Pop
Faluja
Distintos Filhos
Vitrine
21.09 - Indie Rock
![]() |
| Ellen Oléria |
Suíte Super Luxo
The Neves
27.09 - Fun Rrrock
Autoramas (RJ)
Os Gramofocas
Electrodomesticks
28.09 - Instrumental & Viola
Satanique Samba Trio
Rênio Quintas Trio
O Judas
Serviço
Rolla Pedra Acústico
Sala Cássia Eller da Funarte Brasília - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 06 a 28 setembro, às 20h. Quintas e sextas, às 20h
Entrada: R$12,00 (inteira) e R$6,00 (meia)
Classificação 14 anos
Categoria: Música Data: 06.09.2012 Local: Funarte
R$1,99
O espetáculo encenado há 12 anos pelo ator Ricardo Castro já foi assistido por mais de 600 mil pessoas em todo o país e discute amor, sexo, amizade, política, dinheiro e poder. O protagonista Ricardo Castro também assina a direção, o figurino, a sonoplastia, a iluminação e a cenografia.Serviço
R$1,99
Sala Plínio Marcos da Funarte - SDC, Lote II, Eixo Monumental
De 31 de agosto a 2 de setembro. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada: R$1,99
Classificação 16 anos
Categoria: Teatro Data: 30.08.2012 Local: Funarte
A Porca Faz Anos
A Porca Faz Anos, da Cia Haribô, tem como mote mostrar os perfis que se repetem ao longo da história política no Brasil. A figura do porco, usado no título e no figurino, referencia elementos como a lama, comilança e celebração, mas também funciona como símbolo do clássico cofre. O espetáculo combina humor e crítica, escândalos políticos reais, bastidores do poder, discursos autênticos de figuras públicas e a situação das classes médias e operária.
Serviço
A Porca Faz Anos
Sala Plínio Marcos da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 24 a 26 de agosto. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada: Sexta: R$10,00 (inteira). Sábado e domingo: R$20,00 (inteira). Doador de lixo eletrônico paga meia entrada
Classificação 12 anos
Categoria: Teatro Data: 24.08.2012 Local: Funarte
Serviço
A Porca Faz Anos
Sala Plínio Marcos da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 24 a 26 de agosto. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada: Sexta: R$10,00 (inteira). Sábado e domingo: R$20,00 (inteira). Doador de lixo eletrônico paga meia entrada
Classificação 12 anos
Categoria: Teatro Data: 24.08.2012 Local: Funarte
Baião Elétrico
O projeto de Ocupação para a Sala Cássia Eller apresenta entre os dias 23 e 31 de agosto um encontro entre o artesanal e o eletrônico, que celebra a obra do grande Luiz Gonzaga no ano de seu centenário. Sempre navegando nos mares da inquietação e da criatividade, o projeto “Baião Elétrico” traz uma programação pensada de forma a rever os limites entre música regional e música feita por computadores.
Quinta - dia 23 às 20h
DJ Tudo | Junior Ferreira
DJ Tudo
Desde 1999, o DJ Tudo, um viajante curioso que cria sons dançantes mixando e recriando músicas tradicionais do Brasil e do mundo. Nos anos 90, começou a interessar-se pela cultura popular e a peregrinar pelo Brasil. Interessou-se pela cena de música eletrônica que surgia no mundo. Apesar de distantes, sempre viu possibilidades de comunicação entre esses universos. Dessa inquietação nasceu o DJ Tudo, e em 2008 lançou o seu primeiro CD. “Garrafada” foi o resultado do envolvimento com a cultura tradicional brasileira e com a música contemporânea. Este segundo disco, por sua vez, é um trabalho de abertura de fronteiras. A principal fonte de inspiração continua sendo a relação com grupos e artistas da cultura tradicional brasileira, fruto de uma convivência de muitos anos e de uma longa série de registros feitos por ele.
Junior Ferreira
Junior Ferreira é um músico completo. Natural de Ilhéus-BA, já tocava flauta doce e teclado desde menino. Autodidata, Juninho mostrou-se um músico nato, a partir do momento em que se iniciou no mundo musical aos 12 anos de idade com um instrumento no qual nunca havia tido aulas. Juninho realizou seu primeiro show solo em 2010 no projeto C’est si bom Bem Brasil, intitulado “Sanfonado” onde explorava o repertório de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca, Astor Piazzola, Orlando Silveira, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, entre outros. Se apresentou também diversas vezes no Clube do Choro de Brasília com artistas conhecidos da cidade e com o Sai da Frente. Já em 2010, Juninho, retornou a áfrica se apresentando como Juninho Ferreira quarteto, convidado pela embaixada Brasileira na Angola realizando shows de forró e oficinas de música brasileira.
Sexta - dia 24 às 20h
DJ Raffa | Beirão
DJ Raffa
Em 1983, Raffa dançava Break nas ruas do DF, e foi assim que começou no movimento Hip Hop. No ano de 1984 já fazia pequenas montagens, para que os grupos de Break pudessem se apresentar. Em 2000 lançou o seu primeiro Cd solo, de produção instrumental. No início de 2003 lançou uma coletânea comemorativa de 20 anos de Hip Hop, com participação de vários artistas. Em 2006 coordenou o núcleo de Hip Hop do projeto social Crescer em Boa vista RO. Nos anos de 2005 e 2006 foi Professor de Noções de Áudio e Acústica, MIDI e Oficinas de gravação. Idealizador e Coordenador do Seminário de Hip Hop do DF e Entorno e dos quatro últimos Festivais de Hip Hop do Cerrado. Trabalhou com o grupo de percussão e música eletrônica Som Catado e Patubaté durante os anos de 2007 e 2008 fazendo shows por todo Brasil e no exterior nas cidades de Nova York, Madri e Lisboa.
Beirão
Ele é conhecido por combinar várias vertentes musicais para produzir novas sonoridades. Cantor, compositor, e repentista, é influenciado por artistas como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Alceu valença e Gilberto Gil. Em seu trabalho são também identificadas influências dos emboladores de coco, da literatura de cordel e do movimento tropicalista. Uma das características que se destacam no trabalho do cantor é a aproximação entre o tradicional e o moderno. Beirão vai do forró ao frevo, passando pelo maracatu, coco, xote, baião e xaxado; com letras que falam sobre globalização e tecnologia como agentes engajados na preservação da cultura nordestina. O músico acredita que a música brasileira não tem fronteiras e que essa mistura de gerações é importante para a integração das expressões culturais.
Quinta - dia 30 às 20h
DJ Oops | Chico Assis e Valdenor
Oops
Rafael Oops é membro do coletivo *Só Som Salva* e é DJ residente e produtor da tradicional festa Criolina. É Designer, músico, produtor de audio e vídeo. Estudou artes cênicas na Universidade de Brasília e se tornou diretor de teatro e ator. DJ desde 2003, Oops bagunça as pistas com um set amplo e variado, buscando os beats escondidos em cada canto do mundo, alem de apresentar composições autorais e remixes de sua autoria. Também apresenta seu trabalho em formato LIVE, manipulando os sons e criando remixes ao vivo. Faz parte do trio de DJs Criolina, juntamente com Barata e Pezão e é DJ, músico e compositor da orquestra Sistema Criolina.
Chico de Assis e Valdenor
A dupla de repentistas Chico de Assis e Valdenor abrange infindáveis temas nas mais de quarenta modalidades do Repente e faz da Literatura de Cordel um instrumento educativo por meio da produção de folhetos de cordel, oficinas de Poesia Popular e palestras. Quando acompanhados por instrumentistas com sanfona, violão, zabumba e triângulo, fazem um passeio pelos ritmos do sertão nordestino, cantando composições de autoria própria e inserindo improvisos em estilos musicais como xote, coco, baião, xaxado e arrasta-pé. Participaram do Projeto “Repente na Escola” (2004) que levou a Arte do Repente a mais de 3 mil alunos e servidores, abrangendo temas atuais, históricos e de interesse social em escolas públicas do DF.
Sexta - dia 31 às 20h
Dj Dolores | Zé do Pífano e as Jovelinas
DJ Dolores
(aka Helder Aragão) é uma figura ativa da cena musical efervescente de Recife. Antes de se dedicar apenas à música, Helder trabalhou como designer gráfico, produtor de documentário para TV até começar a compor trilhas sonoras para filmes e teatros. Em seguida adotou de vez as plataformas giratórias e sampler como um meio de expressão. Ele tem remixado faixas de Gilberto Gil, Tribalistas, Fernanda Porto e Taraf de Haïdouks, além de continuar compondo trilhas para filmes brasileiros como A Máquina e Narradores de Javé, por exemplo. DJ Dolores coleciona prêmios no Brasil e no exterior (incluindo a BBC World Music Award 2004, na categoria de “club global”). Com três discos lançados, DJ Dolores está definitivamente na vanguarda e sua música não tem limites de estilo– tem Miami bass, funk carioca, brega, ciranda, tudo isso misturado, tudo estranhamente coeso.
Zé do Pife e as Juvelinas
Foi Zé do Pife, tocador e fabricante de pife há 50 anos, que criou as Juvelinas, agregando nove jovens mulheres que conheceu em suas andanças pela capital federal. O mestre adotou as meninas juvelinas como aprendizes e tocadoras de uma banda de pife nada tradicional. A formação da banda inclui um pífano principal tocado pelo Mestre, três pífanos auxiliares, caixa, pratos, triângulo e zabumba. Hoje, as Juvelinas acompanham o mestre em shows, oficinas e apresentações pela cidade, aprofundando e divulgando a cultura nordestina através do som do pífano e da percussão. A fomação do grupo é Zé do Pife, Kika Brandão, Naira Larrea, Maísa Amorim e Valéria Lehman - Pífanos e vozes; Luciana Bergamaschi - triângulo e voz; Andressa Ferreira , Julia Carvalho, Gutcha Ramil e Isa Flor - Percussão e vozes.
Serviço
Baião Elétrico
Sala Cássia Eller da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 23 a 31 de agosto, às 20h
Entrada: R$5,00 a meia entrada (Doe um agasalho e pague meia)
Classificação não informada
Categoria: Música Data: 20.08.2012 Local: Funarte
Quinta - dia 23 às 20h
DJ Tudo | Junior Ferreira
DJ Tudo
Desde 1999, o DJ Tudo, um viajante curioso que cria sons dançantes mixando e recriando músicas tradicionais do Brasil e do mundo. Nos anos 90, começou a interessar-se pela cultura popular e a peregrinar pelo Brasil. Interessou-se pela cena de música eletrônica que surgia no mundo. Apesar de distantes, sempre viu possibilidades de comunicação entre esses universos. Dessa inquietação nasceu o DJ Tudo, e em 2008 lançou o seu primeiro CD. “Garrafada” foi o resultado do envolvimento com a cultura tradicional brasileira e com a música contemporânea. Este segundo disco, por sua vez, é um trabalho de abertura de fronteiras. A principal fonte de inspiração continua sendo a relação com grupos e artistas da cultura tradicional brasileira, fruto de uma convivência de muitos anos e de uma longa série de registros feitos por ele.
Junior Ferreira
Junior Ferreira é um músico completo. Natural de Ilhéus-BA, já tocava flauta doce e teclado desde menino. Autodidata, Juninho mostrou-se um músico nato, a partir do momento em que se iniciou no mundo musical aos 12 anos de idade com um instrumento no qual nunca havia tido aulas. Juninho realizou seu primeiro show solo em 2010 no projeto C’est si bom Bem Brasil, intitulado “Sanfonado” onde explorava o repertório de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca, Astor Piazzola, Orlando Silveira, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, entre outros. Se apresentou também diversas vezes no Clube do Choro de Brasília com artistas conhecidos da cidade e com o Sai da Frente. Já em 2010, Juninho, retornou a áfrica se apresentando como Juninho Ferreira quarteto, convidado pela embaixada Brasileira na Angola realizando shows de forró e oficinas de música brasileira.
Sexta - dia 24 às 20h
DJ Raffa | Beirão
DJ Raffa
Em 1983, Raffa dançava Break nas ruas do DF, e foi assim que começou no movimento Hip Hop. No ano de 1984 já fazia pequenas montagens, para que os grupos de Break pudessem se apresentar. Em 2000 lançou o seu primeiro Cd solo, de produção instrumental. No início de 2003 lançou uma coletânea comemorativa de 20 anos de Hip Hop, com participação de vários artistas. Em 2006 coordenou o núcleo de Hip Hop do projeto social Crescer em Boa vista RO. Nos anos de 2005 e 2006 foi Professor de Noções de Áudio e Acústica, MIDI e Oficinas de gravação. Idealizador e Coordenador do Seminário de Hip Hop do DF e Entorno e dos quatro últimos Festivais de Hip Hop do Cerrado. Trabalhou com o grupo de percussão e música eletrônica Som Catado e Patubaté durante os anos de 2007 e 2008 fazendo shows por todo Brasil e no exterior nas cidades de Nova York, Madri e Lisboa.
Beirão
Ele é conhecido por combinar várias vertentes musicais para produzir novas sonoridades. Cantor, compositor, e repentista, é influenciado por artistas como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Alceu valença e Gilberto Gil. Em seu trabalho são também identificadas influências dos emboladores de coco, da literatura de cordel e do movimento tropicalista. Uma das características que se destacam no trabalho do cantor é a aproximação entre o tradicional e o moderno. Beirão vai do forró ao frevo, passando pelo maracatu, coco, xote, baião e xaxado; com letras que falam sobre globalização e tecnologia como agentes engajados na preservação da cultura nordestina. O músico acredita que a música brasileira não tem fronteiras e que essa mistura de gerações é importante para a integração das expressões culturais.
Quinta - dia 30 às 20h
DJ Oops | Chico Assis e Valdenor
Oops
Rafael Oops é membro do coletivo *Só Som Salva* e é DJ residente e produtor da tradicional festa Criolina. É Designer, músico, produtor de audio e vídeo. Estudou artes cênicas na Universidade de Brasília e se tornou diretor de teatro e ator. DJ desde 2003, Oops bagunça as pistas com um set amplo e variado, buscando os beats escondidos em cada canto do mundo, alem de apresentar composições autorais e remixes de sua autoria. Também apresenta seu trabalho em formato LIVE, manipulando os sons e criando remixes ao vivo. Faz parte do trio de DJs Criolina, juntamente com Barata e Pezão e é DJ, músico e compositor da orquestra Sistema Criolina.
Chico de Assis e Valdenor
A dupla de repentistas Chico de Assis e Valdenor abrange infindáveis temas nas mais de quarenta modalidades do Repente e faz da Literatura de Cordel um instrumento educativo por meio da produção de folhetos de cordel, oficinas de Poesia Popular e palestras. Quando acompanhados por instrumentistas com sanfona, violão, zabumba e triângulo, fazem um passeio pelos ritmos do sertão nordestino, cantando composições de autoria própria e inserindo improvisos em estilos musicais como xote, coco, baião, xaxado e arrasta-pé. Participaram do Projeto “Repente na Escola” (2004) que levou a Arte do Repente a mais de 3 mil alunos e servidores, abrangendo temas atuais, históricos e de interesse social em escolas públicas do DF.
Sexta - dia 31 às 20h
Dj Dolores | Zé do Pífano e as Jovelinas
DJ Dolores
(aka Helder Aragão) é uma figura ativa da cena musical efervescente de Recife. Antes de se dedicar apenas à música, Helder trabalhou como designer gráfico, produtor de documentário para TV até começar a compor trilhas sonoras para filmes e teatros. Em seguida adotou de vez as plataformas giratórias e sampler como um meio de expressão. Ele tem remixado faixas de Gilberto Gil, Tribalistas, Fernanda Porto e Taraf de Haïdouks, além de continuar compondo trilhas para filmes brasileiros como A Máquina e Narradores de Javé, por exemplo. DJ Dolores coleciona prêmios no Brasil e no exterior (incluindo a BBC World Music Award 2004, na categoria de “club global”). Com três discos lançados, DJ Dolores está definitivamente na vanguarda e sua música não tem limites de estilo– tem Miami bass, funk carioca, brega, ciranda, tudo isso misturado, tudo estranhamente coeso.
Zé do Pife e as Juvelinas
Foi Zé do Pife, tocador e fabricante de pife há 50 anos, que criou as Juvelinas, agregando nove jovens mulheres que conheceu em suas andanças pela capital federal. O mestre adotou as meninas juvelinas como aprendizes e tocadoras de uma banda de pife nada tradicional. A formação da banda inclui um pífano principal tocado pelo Mestre, três pífanos auxiliares, caixa, pratos, triângulo e zabumba. Hoje, as Juvelinas acompanham o mestre em shows, oficinas e apresentações pela cidade, aprofundando e divulgando a cultura nordestina através do som do pífano e da percussão. A fomação do grupo é Zé do Pife, Kika Brandão, Naira Larrea, Maísa Amorim e Valéria Lehman - Pífanos e vozes; Luciana Bergamaschi - triângulo e voz; Andressa Ferreira , Julia Carvalho, Gutcha Ramil e Isa Flor - Percussão e vozes.
Serviço
Baião Elétrico
Sala Cássia Eller da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 23 a 31 de agosto, às 20h
Entrada: R$5,00 a meia entrada (Doe um agasalho e pague meia)
Classificação não informada
Categoria: Música Data: 20.08.2012 Local: Funarte
Seca
Criado em 2010 em um trabalho de pesquisa interna do Grupo Cutucart, o espetáculo “Seca” estreou em Brasília e já foi apresentado em festivais do interior paulista e mineiro. Nestes recebeu premiação como: melhor roteiro, melhor ator, melhor ator coadjuvante, 2° melhor espetáculo, melhor iluminação, melhor cenário e ainda agraciado com prêmio especial de pesquisa e desenvolvimento corporal.
Seca conta a estória de uma família nordestina, que vive em meio à escassez d’água, e tem como último refúgio à esperança. E é com o teatro gestual que os atores “mergulham neste sertão” para viver esses personagens. O espetáculo “Seca” REESTREIA em 2012 com várias novidades, prometendo mais uma vez emocionar e fazer refletir com sua poesia.
“No sertão nordestino o silêncio dita a tristeza de uma mulher que luta para não ser igual a tudo que está ao seu redor uma batalha que ela trava consigo mesma e com o frio marido que a trata como deserto. Dois garotos trazem esperança e alegria para ela, mas para ele são só mais dois. Os quatro são aquele lugar.”
Serviço
Seca
Teatro Goldoni - EQS 208/209, Lote A
De 11, às 21h, e 12, às 20h, de agosto
Entrada: R$10,00 (meia-entrada)
Sala Plínio Marcos da Funarte - Setor de Divulgação Cultural
De 15 e 16 de agosto de 2012
Entrada: R$5,00 (meia-entrada)
Classificação 12 anos
Informações: (61) 8121-0152
Categoria: Teatro Data: 11.08.2012 Local: Brasília
A Vida Impressa em Xerox
Pouquíssimas pessoas sabem que existe um departamento criado pelo governo para tirar fotocópias para os demais órgãos públicos, porém, como todos os outros departamentos já possuem sua própria máquina de xerox, as funcionárias da instituição fotocopiadora acabam não tendo absolutamente nada para fazer.Depois dos espetáculos "Além do que se vê" e "Tenho febre mas vou buscar nosso dinheiro", a companhia Teatro de Açúcar termina sua vida útil e fecha as portas concluindo a "Trilogia Sobre o Tédio e o Tempo". Este último espetáculo promove a batalha final entre os caprichos da arte e a obsessão pelo funcionalismo público num departamento localizado na cidade onde cada dia é a fotocópia do outro.
Serviço
A Vida Impressa em Xerox
Sala Plínio Marcos da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 12 a 15 de julho. De quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada franca
Classificação não informada
Categoria: Teatro Data: 12.07.2012 Local: Funarte
RAPensando
A semana de abertura do projeto RAPensando traz shows inéditos como o do Pernambucano Zé Brown e Eric Magnus e a Classe de 2012.
Na abertura do projeto convidamos todos os grupos participantes da programação para conhecer a sala Cássia Eller da Funarte.
O projeto de ocupação vem com uma nova campanha de meia entrada - mediante a doação de um agasalho R$5,00.
Programação:
05/07 - Quinta
Zé Brown - PE
Nascido no bairro de Casa Amarela em Recife é embolador, rapper, compositor e intérprete, seu trabalho é um "mix" de experiências que teve no decorrer da sua vida, é MC desde a década de 1990. De lá pracá, se fez conhecer em todo o país participando de grandes festivais como o Recbeat, a Virada Cultural de São Paulo, o Red Bull Funk-se Tour e o festival de Inverno de Guaranhuns.
Ex integrante do Faces do Subúrbio, lançou em 2011 o Álbum Repente Rap Repente com participações de Rapin Hood, Zeca Baleiro, Gilmar Bola 8 do Nação Zumbi entre outros.
Eric Magnus e a Classe 2012
Novos talentos expoentes do RAP no DF formam a CLASSE DE 2012. Os MCs Jimmy, Layla, Rafael Pereira, Nauí e AfroRagga, sob a direção de Eric Magnus mostram a cara da atual cena musical alternativa da cidade. São rimas e vídeos feitos a partir da filosofia "faça você mesmo", o clã desenvolve material através dos selos Saidiretro e Fábrica de Sonhos no intuito de continuar com o excelente legado deixado pelos pioneiros do DF.
06/07 - Sexta
Dialeto Sound Crew
O grupo traz diferentes gêneros musicais que compõem o Reggae Jamaicano, como R&b, Ska e o Ragga, se fundem com sua “Brasileiritude” Samba, Soul produzindo esse resultado harmônico chamado de “Dialeto Sound Crew”. As letras trazem em seu conteúdo, temas de fundamental relevância como justiça social, consciência ambiental, respeito e maior participação da população, nas decisões que influenciam o bem estar da comunidade.
Magu Diga How
Com um show extremamente contagiante , o grupo Diga How é um exemplo da positividade necessária no RAP. Suas influências vão de GOG, Raul Seixas e Elis Regina a Valete e Wu Tang Clan. O temas de suas letras falam das lutas do dia a dia de forma descontraída e que elevam a autoestima. O grupo tem dois trabalhos lançados: O CD "Homônimo" (2009) e o EP "De Pé e na Fé" (2010) que contam com participações de GOG, Higo Melo (Ataque Beliz) e Preto (Radicalibres).
12/07 - Quinta
DJ Batma e convidados
Conhecido como "Batma", Leandro da Silva Morgado é um Dj/Beatmaker e Freelancer membro das Crew's "Batidão Sonoro S.A", "Manifesto061", "Mutirão Cultural" e Firma de Scratches. Amante profundo das baixas frequências, atrás dos toca discos vem discotecando desde 2005 em movimentos culturais, soundsystems de rua, campeonatos de Skate, batalhas de Mc’s, Break, shows e festas como Move, Celebration, Criolina, Frenética, Microfonia, Da Bomb, BlackFusion, Makossa, entre várias outras.
Militante da "BASS CULTURE" preza sempre em levar a qualidade e diversidade musical existente para as pistas, juntamente com as novidades da cena Black Music e seus próprios Remixes.
Participações confirmadas junto com Dj Batma no show Bola, Chikin, Kaka, Batidão Sonoro, Jacob, Janine Mathias , Ladino , Sanguenato, Naui e Afroraga, Promissor, Ninne Ribeiro, Magneto e Máfia.
Flora Matos
Aos quatro anos de idade já subia aos palcos da banda "Acarajazz", que acompanhava o compositor baiano Renato Matos (seu pai). Aos 17 anos recebeu o prêmio de melhor cantora do ano em Brasília. Em 2008, foi residente nas casas mais bem frequentadas da cidade se São Paulo, como Glória, Veggas, e Mood. Em 2009 participou de alguns shows da banda INSTITUTO. Em 2010 foi indicada ao prêmio VMB na categoria Aposta MTV, e se apresentou ao lado do dj Zegon, durante o Word Basket Festival em Nova York. De volta ao Brasil, em 2011 Flora Matos deu as caras no disco “Projeto Paralelo” da banda NxZero em parceria com o produtor e empresário Rick Bonadio.
13/07 - Sexta
Ataque Beliz e convidados
Ritmo e Poesia além de ser a tradução para RAP é também o argumento da banda Ataque Beliz, que desde 2001 utiliza variações rítmicas e poéticas afim de fugir do lugar comum na música brasileira. Formada no Paranoá-Distrito Federal, a banda se tornou uma referência na abertura de novos públicos para a música local, iniciando com uma mistura conhecida como JAZZ-RAP temperada com várias outras vertentes da música negra como o rock e o funk. A mistura não para por aí.
O trio formado por Benjamim (Anderson R. Da Silva), Higo Melo e Mulumba (Alisson B. Melo) seja no formato Big Band (11 músicos) ou acompanhados de um DJ, recombina ainda ritmos brasileiros como embolada, forró e samba, dando um ar de novidade ao discurso sem perder a essência do RAP: O ritmo e a poesia.
19/07 - Quinta
Abuh e convidados
MC,Produtor cultural, idealizador e fundador da produtora ‘Abuhsca Produções’. Iniciou sua missão escrevendo letras de Rap, logo após se tornando ‘’B-Boying’’ no Grupo ''Floor Riders'' onde praticou dança por oito anos. Com 17 anos Abuh lançou seu 1° álbum intitulado ‘Fusão Versátil’ com 15 faixas produzidas por Ariel Haller, DJBatma, Leo Beats e DoxSoul, participações especiais de Japão Viela 17, Big Lee, Elhe Borges, Angel Duarte e conta com um Remix Oficial da música 'Dentro da música' com Alexandre,Natiruts. Abuh foi o vencedor do Festival Rap Popular Brasileiro (RPB 2010) etapa Distrito Federal, realizado pela CUFA com a música: ‘’Vem Cá’’.
Lindomar 3L - MG
Com o seu “jeito mineiro” de cantar, Lindomar 3L é uma das revelações do rap brasileiro e um dos mc’s mais aclamados de Minas Gerais. Inovador, destemido e autêntico, ele traz singularidade com sua música. Educador da Fundação CASA (antiga FEBEM) em São Paulo, Lindomar já foi oficineiro de rap no programa de controle de homicídios "Fica Vivo!" do Governo de Minas Gerais e divide-se entre a militância, o ativismo e as produções musicais, com lançamento de singles, vídeo clipes e mixtapes.
20/07 - Sexta
MC Cleiton
Iniciou seu projeto musical em 2007 rimando pelas ruas do Distrito Federal, fazendo Freestyle e andando de skate. No Final de 2011 lançou seu primeiro trabalho autoral, um EP com oito faixas, intitulado “A Chama Não Se Apagou”, que teve a produção musical e participação do rapper RAPadura, com quem também trabalhou como apoio vocal fazendo shows pelo Brasil. Seu trabalho reflete os reais valores do HipHop e a importância da união dos elementos para manter a cultura viva. O Show trás em seu desenvolvimento as músicas do EP “A Chama Não Se Apagou”.
Rapadura com part. especial Spock - BA
Chegou disposto a “embolar” e “movimentar” o cenário musical brasileiro. Considerado pelo Prêmio Hutúz 2007/2009 o melhor artista Norte/Nordeste do século XXI e premiado na categoria “conexões” do Prêmio Cultura Hip Hop Preto Ghóez, o cearense Francisco Igor Almeida do Santos, mais conhecido como RAPadura Xique Chico, é uma das maiores revelações da música brasileira nos últimos anos.O jovem artista vem despertando a admiração de importantes figuras da música brasileira como Lenine, GOG, MV Bill, Happin Hood, Marcelo D2 e muitos outros que se renderam ao “rapente”, som que só ele faz.
26/07 - Quinta
18h: Bate-papo - A Nova Classe Média e as mudanças no Rap com MC Marechal, Higo Melo (Ataque Beliz), MC Arroto, Dino Black e Yale Gontijo (entrada franca)
Pocket Show 3UMSÓ
O grupo 3umsó surgiu no ano 2000 em Planaltina (DF) com intuito de propagar a cultura Hip Hop, estimular a inclusão periférica e incitar a auto-estima e a consciência em uma juventude corrompida pelo crime, drogas e ociosidade. Em 2008, pelo selo Nostramamos, lançou seu primeiro cd intitulado "Justo Pelo Justo.
Em Agosto deste ano o grupo vai lançar o CD "Taliban" , o segundo álbum do grupo foi produzido por Duck Jay no studio Industria Kamika-Z com participação do Tribo da Periferia, Look, Wlad Borges.
Pocket Show Marechal
Rodrigo Vieira ou MC Marechal uma das grandes referencias do hip hop carioca quando se trata de MC, Batalhas ou Free Style, iniciou sua carreira como MC no ano de 1998, em 1999 participou do extinto Quinto Andar junto com artistas De Leve e Shawlin.
Gravou com Marcelo D2 e Fernandinho Beatbox a música "Loadeando", que alcançou destaque nacional. Atualmente segue carreira solo.
Batalha do Conhecimento
MC Logri, MC Coé, MC Sant, Jota MC, MR Break e MC Marechal (RJ) x MCs Ahoto, MC Mocotó, MC Zen, MC Naui e MC Yank (DF)
A dinâmica é quase igual a batalha convencional, o diferencial é que na Batalha do Conhecimento os MC´s improvisam utilizando palavras propostas elo público. Estas palavras são escritas num quadro qual o MC deve consultar durante sua apresentação. A participação do público se torna cada vez mais efetiva, não fica restrita apenas na decisão do vencedor, mas passa a estabelecer os temas pelos quais os MC´s vão viajar nas rimas. Com a Batalha do conhecimento os duelos entre MC´s ganham alguns pontos de emoção: o desafio para o MC é maior, o público interage cada vez mais com a textualidade das rimas.
27/07 - Sexta
Hadda e DJ A
Hadda & DJ A formam uma dupla que transmite sua energia e paixão pela música através da arte do DJ e Mc, elementos fundamentais do Hip Hop. Com performance dinâmica, repleta de poesia e batidas dançantes desde 2000, tem agitado festas, eventos esportivos, teatros e projetos sociais dentro e fora do Distrito Federal, adicionando ao Rap elementos percussivos. Em 12 anos de experiência já fizeram apresentações, com Gerson King Combo, Kamau, Marechal, Slim, DE leve, Renata Jambeiro e Lil Jon. Hadda & DJ A, fundamento e essência!
Dino Black
O rapper Dino Black é ativista da cultura Hip Hop desde1988. No começo, fazia parte da Banda Negra, conjunto formado por uma instituição chamada Fundação Praia Verde. Esta fundação trabalhava com meninos e meninas de rua com projetos musicais. Em 1990, Dino começou a se envolver com um outro estilo musical que mistura break (dança), grafite (artes plásticas), rap (música) e a arte do DJ Tydoz, também conhecido como TDZ. Fez parte do Morte Cerebral e fez parceria com o rapper Gog, Japão e o DJ Mano Mix. Junto com os seus companheiros do grupo Gog, Japão e Mano Mix, Dino montou o Viela 17. Como artista solo, Dino Black passou a se chamar (também) Preto Furioso. Armado com microfone perigoso no verso, suas letras são basicamente politizadas.
Serviço
RAPensando
Sala Cássia Eller - Complexo Cultural Funarte Brasília, Setor de Divulgação Cultural, Lote II (entre a Torre de TV e o Clube do Choro).
De 5 a 27 de julho, às 20h
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Classificação 14 anos
Categoria: Música Data: 04.07.2012 Local: Funarte
Cássia por Eles
A Armazém Produções realizará a primeira Mostra do projeto de Ocupação da Sala Funarte Cássia Eller 2012 a partir do dia 21 de Junho de 2012, a mostra intitulada Cássia por Eles é uma homenagem a cantora através de shows de nomes importantes da música do Distrito Federal como Adriano Faquini, Eduardo Rangel e Renato Matos, que se unem a novos nomes da música brasileira, como Pélico.
Programação:
Pélico - 21 de Junho - Quinta
Que fique entre nós
O som de Pélico surge do pós-rock passando por guitarras flamencas, MPB e pop psicodélico. Já se apresentou ao lado de nomes importantes da música brasileira como Elza Soares e Marcelo Nova.
Adriano Faquini - 22 de Junho - Sexta
Razão de Ser
O cantor, compositor e guitarrista, Faquini é reconhecido por suas interpretações de clássicos do Blues e do Rock.
Iniciou sua carreira em Brasília ao lado de nomes como Cássia Eller e Zélia Duncan.
Leo Goulart - 23 de Junho - Sábado
Gatuno
Léo Goulart conhecido atualmente por Gatuno marca presença na música candanga primeiro na banda Manofatura, depois no Salve Jorge, ícone calafiano, lança esse novo projeto autoral.
Renato Matos - 24 de Junho - Domingo
Renato Matos é Músico, poeta, pintor, ator e embaixador do reggae em Brasília, patrimônio da nossa cidade, o criador do zirigdum do além, e àqueles que acham que um telefone é muito pouco pra quem ama como louco, e mora no plano piloto...ou fora dele.
Eduardo Rangel - 28 de Junho - Quinta
Cantor e compositor que leva sua interpretação delicada, afinada e aguda para emoções sempre admiráveis.
Filipe Catto - 29 de Junho - Sexta
Filipe é dramático sem ser nostálgico, tem a atitude rock’n’roll, mas com a sofisticação contemporânea.
Junio Barreto - 30 de Junho - Sábado
O compositor e cantor pernambucano, Junio Barreto retorna aos palcos para lançar Setembro, que remete à primavera, o momento onde tudo recomeça a florescer.
Rubi - 1 de Julho - Domingo
A música se manifestou de forma espontânea na vida deste ator brasiliense. Rubi, traz o espírito do teatro para a magia de sua música.
Serviço
Cássia por Eles
Sala Cássia Eller - Complexo Cultural Funarte Brasília, Setor de Divulgação Cultural, Lote II (entre a Torre de TV e o Clube do Choro).
De 21 de junho a 1 de julho, às 20h
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Classificação não informada
Categoria: Música Data: 21.06.2012 Local: Funarte
Mostra Internacional de Mímica
A Mostra Internacional de Mímica promove, entre os dias 7 e 10 de junho, o encontro de sete espetáculos do Brasil e da América Latina no Teatro Plínio Marcos, em Brasília. Artistas com diferentes processos de criação apresentam um breve panorama do desenvolvimento da mímica no país e no exterior. A iniciativa busca investigar o desenvolvimento dos diversos modos de se expressar através da mímica. A Mostra Internacional de Mímica integra o projeto de Ocupação do Complexo Cultural Funarte para o Teatro Plínio Marcos.
A Mostra também promove “diálogos” entre artistas, pesquisadores, estudantes e outros interessados por meio de bate-papos abertos após as sessões dos espetáculos.
“O grande objetivo da Mostra é que o artista e o público se debrucem sobre dúvidas e considerações em relação ao gênero, não apenas por meio da vivência artística, mas também pelo diálogo qualificado, a fim de colocar o artista criador com seus pares para experimentar o presente, observando o passado desta tradição e buscando projeções futuras”, diz o idealizador do evento, o mímico Miqueias Paz.
Paz também explica que o projeto nasceu, ainda, para contribuir com a reflexão sobre a Mímica Total, que é um mergulho nos conceitos do Teatro Físico, em união com pesquisas recentes das ciências cognitivas e da filosofia.
A metodologia dos debates oferecidos pela Mostra observa a tradição e as novas possibilidades que nela interferem, que permitem sua continuidade e buscam criar diálogo entre as diversas modalidades. A pantomima, um dos gêneros dentro da arte da mímica, é tão popular que, muitas vezes, gera confusão e identificação com o complexo conceito de mímica.
O artista chamado de mímico se utiliza de seus próprios meios corporais para a produção de significantes múltiplos em cena. A criação de ações físicas com o propósito de atingir as realidades escondidas nas atitudes humanas, suas paixões, a emoção, o esforço, a polidez, a luta são expressas através dessas ações que, sempre amparadas pela objetividade material, concreta, têm o objetivo de falar ao espírito.
Programação:
Dia 7, às 19h30
Retratos do meu Brasil brasileiro
Com Miqueias Paz (DF)
Classificação indicativa: livre
O artista apresenta um mosaico das várias personas, composto por três esquetes, que relatam o cotidiano da figura brasileira. Minha Cor conta a história da escravidão no Brasil através dos gestos e “imagens”. Mulher homenageia com humor e sensibilidade a jornada diária dessa guerreira. Brasil Brasileiro conta o dia a dia de um trabalhador por meio do texto musicado pela técnica de percussão vocal e corpo.
Dia 7, às 21h
Variette, Jader Clown (Colômbia)
Classificação indicativa: livre
Técnicas de mímica e de clown envolvem o público com as ilusões das situações engraçadas, criadas nas diferentes cenas. Apenas com olhares, os personagens fazem o público rir e pensar em suas metas.
Dia 8, às 19h30
Sin palabras
Com a Compañía Teatro del Cuerpo Fusión (Cuba)
Classificação indicativa: 16 anos
A adaptação das obras Burocrata e Incubação, de Marcel Marceau, reúne três emblemáticos personagens universais: um pierrot, um Chaplin e um mímico moderno. O concerto de gestos diz sobre a vida e suas situações únicas, de suas visões, escolhas e consequências.
Dia 8, às 21h
Por detrás do silêncio
Com Jiddu Saldanha (RJ)
Classificação indicativa: livre
No espetáculo de pantomima e palhaçaria, Jiddu é autor de alguns quadros e intérprete de outros e com ele encanta todo o público desde o final dos anos 1980. O trabalho revisado pelo mímico e diretor teatral Álvaro Assad homenageia o mestre Everton Ferre, com quem Jiddu aprendeu a linguagem da mímica teatral.
Dia 9, às 18h
Demonstração técnica, prisão para a liberdade
Com Carlos Simioni (SP)
Demonstração técnica que aborda a trajetória do ator e fundador do LUME (SP), Carlos Simioni. Abrange o treinamento físico cotidiano, a construção de técnicas de expansão e dilatação do corpo no tempo e espaço, as técnicas de manipulação de diferentes qualidades de energias, além do treinamento vocal do ator. Também, levanta a questão de como a técnica pode se tornar uma prisão para o ator, e ser um trampolim para a transcendência de seu trabalho. Após a demonstração, o mímico responderá a perguntas do público.
Dia 9, às 19h30
Falas de um mímico
Com Luis Louis (SP)
Classificação indicativa: 12 anos
Enfatiza as fronteiras da fala e do gesto com abordagem intensa, original e bem humorada. Temas importantes sobre a condição humana contemporânea, a busca incessante pela felicidade, a perda da identidade, o consumismo, a solidão, a saúde, o trabalho e o amor formam o enredo do espetáculo.
Dia 9, às 21h
Travessia – Parte III – Êxodo
Com o Teatro Ritual (GO)
Classificação indicativa: 12 anos
Dois homens e duas crianças estão no mesmo barco, rumando ao desconhecido. Abaixo deles, toda a profundeza do rio imenso de suas almas. Acima, todo o encantamento do céu sob suas cabeças. À frente, o mistério de suas existências exposto à ambição do rótulo, do gênero, da dualidade do sexo à ambivalência vida e morte. O grupo Teatro Ritual trata dos paradoxos que existem no elo entre o texto, a palavra e as ações físicas, as fragilidades e as forças desta tríade.
Dia 10, às 20h
Você
Com Lume Teatro – Campinas (SP)
Classificação indicativa: 16 anos
Memória e imaginação se misturam no espetáculo, que inverte o fluxo natural da vida e o recria no tempo poético da cena, a partir da velhice até chegar à infância. O solo da atriz Ana Cristina Colla funde futuro, presente e passado no palco por meio de técnicas da dança e da mímica. Você é um poema corporal que fala de cada um de nós e revela a beleza e a dor existentes em cada fase da vida. Foi indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2009.
Serviço
Mostra Internacional de Mímica
Teatro Funarte Plínio Marcos - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 7 a 10 de junho
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) (meia entrada para estudantes, maiores de 65 anos e professores. Também pode ser obtida em troca de lixo eletrônico)
Classificação: verifique cada espetáculo
Categoria: Teatro Data: 05.06.2012 Local: Funarte
A Mostra também promove “diálogos” entre artistas, pesquisadores, estudantes e outros interessados por meio de bate-papos abertos após as sessões dos espetáculos.
“O grande objetivo da Mostra é que o artista e o público se debrucem sobre dúvidas e considerações em relação ao gênero, não apenas por meio da vivência artística, mas também pelo diálogo qualificado, a fim de colocar o artista criador com seus pares para experimentar o presente, observando o passado desta tradição e buscando projeções futuras”, diz o idealizador do evento, o mímico Miqueias Paz.
Paz também explica que o projeto nasceu, ainda, para contribuir com a reflexão sobre a Mímica Total, que é um mergulho nos conceitos do Teatro Físico, em união com pesquisas recentes das ciências cognitivas e da filosofia.
A metodologia dos debates oferecidos pela Mostra observa a tradição e as novas possibilidades que nela interferem, que permitem sua continuidade e buscam criar diálogo entre as diversas modalidades. A pantomima, um dos gêneros dentro da arte da mímica, é tão popular que, muitas vezes, gera confusão e identificação com o complexo conceito de mímica.
O artista chamado de mímico se utiliza de seus próprios meios corporais para a produção de significantes múltiplos em cena. A criação de ações físicas com o propósito de atingir as realidades escondidas nas atitudes humanas, suas paixões, a emoção, o esforço, a polidez, a luta são expressas através dessas ações que, sempre amparadas pela objetividade material, concreta, têm o objetivo de falar ao espírito.
Programação:
Dia 7, às 19h30
Retratos do meu Brasil brasileiro
Com Miqueias Paz (DF)
Classificação indicativa: livre
O artista apresenta um mosaico das várias personas, composto por três esquetes, que relatam o cotidiano da figura brasileira. Minha Cor conta a história da escravidão no Brasil através dos gestos e “imagens”. Mulher homenageia com humor e sensibilidade a jornada diária dessa guerreira. Brasil Brasileiro conta o dia a dia de um trabalhador por meio do texto musicado pela técnica de percussão vocal e corpo.
Dia 7, às 21h
Variette, Jader Clown (Colômbia)
Classificação indicativa: livre
Técnicas de mímica e de clown envolvem o público com as ilusões das situações engraçadas, criadas nas diferentes cenas. Apenas com olhares, os personagens fazem o público rir e pensar em suas metas.
Dia 8, às 19h30
Sin palabras
Com a Compañía Teatro del Cuerpo Fusión (Cuba)
Classificação indicativa: 16 anos
A adaptação das obras Burocrata e Incubação, de Marcel Marceau, reúne três emblemáticos personagens universais: um pierrot, um Chaplin e um mímico moderno. O concerto de gestos diz sobre a vida e suas situações únicas, de suas visões, escolhas e consequências.
Dia 8, às 21h
Por detrás do silêncio
Com Jiddu Saldanha (RJ)
Classificação indicativa: livre
No espetáculo de pantomima e palhaçaria, Jiddu é autor de alguns quadros e intérprete de outros e com ele encanta todo o público desde o final dos anos 1980. O trabalho revisado pelo mímico e diretor teatral Álvaro Assad homenageia o mestre Everton Ferre, com quem Jiddu aprendeu a linguagem da mímica teatral.
Dia 9, às 18h
Demonstração técnica, prisão para a liberdade
Com Carlos Simioni (SP)
Demonstração técnica que aborda a trajetória do ator e fundador do LUME (SP), Carlos Simioni. Abrange o treinamento físico cotidiano, a construção de técnicas de expansão e dilatação do corpo no tempo e espaço, as técnicas de manipulação de diferentes qualidades de energias, além do treinamento vocal do ator. Também, levanta a questão de como a técnica pode se tornar uma prisão para o ator, e ser um trampolim para a transcendência de seu trabalho. Após a demonstração, o mímico responderá a perguntas do público.
Dia 9, às 19h30
Falas de um mímico
Com Luis Louis (SP)
Classificação indicativa: 12 anos
Enfatiza as fronteiras da fala e do gesto com abordagem intensa, original e bem humorada. Temas importantes sobre a condição humana contemporânea, a busca incessante pela felicidade, a perda da identidade, o consumismo, a solidão, a saúde, o trabalho e o amor formam o enredo do espetáculo.
Dia 9, às 21h
Travessia – Parte III – Êxodo
Com o Teatro Ritual (GO)
Classificação indicativa: 12 anos
Dois homens e duas crianças estão no mesmo barco, rumando ao desconhecido. Abaixo deles, toda a profundeza do rio imenso de suas almas. Acima, todo o encantamento do céu sob suas cabeças. À frente, o mistério de suas existências exposto à ambição do rótulo, do gênero, da dualidade do sexo à ambivalência vida e morte. O grupo Teatro Ritual trata dos paradoxos que existem no elo entre o texto, a palavra e as ações físicas, as fragilidades e as forças desta tríade.
Dia 10, às 20h
Você
Com Lume Teatro – Campinas (SP)
Classificação indicativa: 16 anos
Memória e imaginação se misturam no espetáculo, que inverte o fluxo natural da vida e o recria no tempo poético da cena, a partir da velhice até chegar à infância. O solo da atriz Ana Cristina Colla funde futuro, presente e passado no palco por meio de técnicas da dança e da mímica. Você é um poema corporal que fala de cada um de nós e revela a beleza e a dor existentes em cada fase da vida. Foi indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2009.
Serviço
Mostra Internacional de Mímica
Teatro Funarte Plínio Marcos - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
De 7 a 10 de junho
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) (meia entrada para estudantes, maiores de 65 anos e professores. Também pode ser obtida em troca de lixo eletrônico)
Classificação: verifique cada espetáculo
Categoria: Teatro Data: 05.06.2012 Local: Funarte
10º SESC Festclown
O SESC Festclown vem aí. O Festival Internacional de Palhaços, neste ano, completará 10 anos de muita risada e diversão. Consolidado como um dos eventos mais importantes e o único do gênero na categoria clown, o SESC Festclown é, antes de tudo, umas troca de experiências entre artistas do mundo todo, que dividem com o público a arte circense.
Durante os dez anos de existência passaram pelos palcos do SESC Festclown grandes nomes da arte do circo, como Gardi Hutter (Suíça), Circo Rebote (Peru), Seres de Luz (Argentina), Leris Colombaioni (Itália) e os brasileiros Palhaço Pipino (DF), Namakaka (SP), Irmãos Saúde (DF) e De pernas pro ar (RS), entre outros.
O festival será apresentado 8 a 13 de maio, na Funarte.
Confira a programação no site do evento e não perca!
Serviço
Festclown
De 8 a 13 de maio
Entrada gratuita
Classificação: verifique o espetáculo
Categoria: Teatro Data: 08.05.2012 Local: Brasília
Vivadança Festival Internacional
Reunir pessoas, permitir a troca de experiências, promover conexões, estimular a diversidade, democratizar o acesso ao palco e ao teatro, celebrar a dança. Com esses objetivos, surgiu, em 2007, o VIVADANÇA Festival Internacional. O evento, batizado inicialmente com o nome de Mês da Dança no Vila, para comemorar o Dia Internacional da Dança, consolidou-se na agenda cultural da cidade e, seis anos após a sua criação, é possível perceber quanto o festival cresceu, amadureceu e se reinventou, tendo como norte apenas a certeza de que é preciso estar sempre aberto ao novo e atento às expectativas de cada novo cenário.
Em 2012, artistas e profissionais da dança de 18 países estarão reunidos em Salvador, para participar de uma ampla programação que inclui espetáculos, oficinas, debates, exibição de vídeos e exposições em quatro espaços culturais da cidade – Teatro Vila Velha, Teatro Molière (Aliança Francesa), Teatro do Goethe-Institut (ICBA) e Cine-Teatro Solar Boa Vista.
E, pela primeira vez na história do festival, parte de sua programação será levada para as cidades de Belo Horizonte e Brasília.
Entre as ações do festival, a Mostra Casa Aberta mantém o fôlego, abrindo espaço para amadores e profissionais de variados estilos, enquanto a Mostra Hip Hop em Movimento prossegue congregando DJs, grafiteiros, rappers e dançarinos de break. Já o Prêmio VIVADANÇA, em sua terceira edição, incentiva a criação de um espetáculo inédito de dança na Bahia.
São ações que, ao longo do tempo, contribuíram para definir o perfil do festival – mas que também revelam uma caminhada longa de ousadia e aprendizagem. Foi em 2008, por exemplo, que nasceu a Mostra Casa Aberta, democratizando o acesso ao palco e com a participação de 40 artistas inscritos. A mostra deu um salto: este ano, 50 propostas foram selecionadas, entre quase cem inscritas. Também em 2008, uma plateia de cem detentos se juntou a autoridades e imprensa para assistir ao espetáculo de abertura da segunda edição do evento, Aroeira – Com Quantos Nós se Faz uma Árvore, da Companhia Viladança. O festival também recebia, pela primeira vez, grupos internacionais, como o Science Friction, do Canadá, e o Asier Zabaleta, da Espanha.
No ano seguinte, o VIVADANÇA surpreende mais uma vez, trazendo para os palcos a arte das ruas com a Mostra Hip Hop em Movimento e a Batalha de Break Dance. Em comemoração ao Ano da França no Brasil, o festival exibiu documentários franceses e trouxe para Salvador a companhia Toufik OI. Ao mesmo tempo, reafirmou a presença da Espanha no festival, através do grupo Lanònima Imperial e do solista Daniel Abreu.
A grande novidade em 2010 foi o Prêmio VIVADANÇA, criado com o intuito de estimular jovens criadores baianos, que possibilitou a realização do espetáculo Odete, Traga Meus Mortos, do coreógrafo Edu O. Ainda naquela edição, surge a ideia de reverenciar grandes mestres da dança, sendo o primeiro homenageado um dos pioneiros no ensino da dança na Bahia: mestre King. Antônio Nóbrega, Luis Arrieta e Tadashi Endo viriam a seguir.
O ano de 2011 ficou marcado como aquele em que o VIVADANÇA ampliou seus horizontes: ultrapassou as paredes do Teatro Vila Velha, levando sua programação para outros teatros de Salvador; multiplicou o trabalho de formação de plateia; firmou parcerias com outros festivais; e solidificou o interesse por outras linguagens em cruzamento com a dança, como o audiovisual (através da Cinemateca) e as artes visuais (com intervenções do Coletivo Visio, no Passeio Público, e a realização de exposição de desenhos de Carybé). Outra novidade foi o encontro de diversos gestores culturais da América Latina na mesa-redonda que discutiu os desafios e potencialidades da área.
A história do VIVADANÇA Festival Internacional revela o próprio espírito do festival, que estimula a fruição, criação, difusão e reflexão da dança, sem limites nem preconceitos. O festival abre campos para diálogos e troca de experiências, entre artista e público, amador e profissional, clássico e popular, centro e periferia. É a diversidade em movimento.
Confira a programação:
2 e 3 de maio, às 15h - Núcleo Viladança (BA)
Entrada franca
4 de maio, às 21h - Solos Stuttgart (Alemanha)
R$ 10,00 e R$ 5,00
5 de maio, às 21h - Diálogos sobre Nijinski, Virtual Companhia de Dança
R$ 10,00 e R$ 5,00
Data: 6 de maio, às 20h - El Agujero del Avestruz Asier Zabaleta (Espanha)
R$ 10,00 e R$ 5,00
Para maiores informações, acesse o site do evento.
Serviço
Vivadança Festival Internacional
Sala Plínio Marcos da Funarte - Setor de Divulgação Cultural, Lote II
Até 6 de maio
Classificação livre
Categoria: Dança Data: 04.05.2012 Local: Funarte
De Paetês
Com a união de dança e música ao vivo, circo e teatro, o “cabaré” De Paetês retorna aos palcos, em Brasília, de 29 de março a 8 de abril, no Teatro Plínio Marcos, no Complexo Cultural Funarte Brasília. O espetáculo propõe ao espectador que faça o papel de cliente de um cabaré, e “voyeur” do bordel, que funciona nele. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte/Petrobras Carequinha de Estímulo ao Circo 2011.
Na verdade, a modalidade “cabaré” é um dos tipos de espetáculo circense, na qual é recriado o ambiente das antigas casas de shows, de origem européia, que também funcionavam como prostíbulos. Mas, em “De paetês”, a Trupe de Argonautas vai além da sátira comum, e busca reproduzir a decoração e o clima dos velhos bordéis. Por isso, a platéia assiste ao espetáculo em torno de mesas, decoradas com toalhas vermelhas e abajures, exatamente como num cabaré antigo. A montagem leva o público a participar dos bastidores deste pequeno mundo, feito de arte e glamur (plumas e paetês – por isso o título), mas também cheio de intrigas e desejo. Os atores, instigam o público a se sentir parte do espetáculo, com cenas fora do palco. Também são servidas bebidas, o que faz o espectador se sentir-se ainda mais envolvido pela ambientação.
Por trás da ilusão da beleza do local, dançarinas, garçons, prostitutas e outras personagens insólitas da noite dividem seus momentos, encontros e desencontros. A realidade dos personagens, seus conflitos e relações são apresentados entre as cenas de show do próprio cabaré, todas amplificadas por elementos do circo, tais como pirâmides humanas, trapézio, lira, tecido, e outras técnicas, apresentadas com equipamentos circenses e números criados especialmente para o espetáculo.
Em cena, uma disputa pelo amor de um garçom se transforma em um sensual tango; um sonho romântico é interpretado pelo enlace dos corpos no trapézio; os vários números se sucedem, onde as técnicas do circo são reelaboradas, para contar as histórias dos personagens. Em um espetáculo dentro do espetáculo, as fronteiras de um show fictício, dentro peça, e da própria montagem se confundem.
Existe, ainda, uma ambientação, do lado de fora do Teatro com exposição de produtos eróticos, roupas íntimas, maquiagens e figurinos típicos.
Serviço
De Paetês
Teatro Plínio Marcos - Complexo Cultural Funarte Brasília, Setor de Divulgação Cultural, Lote II (entre a Torre de TV e o Clube do Choro).
De 29 de março a 8 de abril. De quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 20h
Entrada: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Classificação 18 anos
Categoria: Teatro Data: 29.03.2012 Local: Brasília
A Carpa
A partir de um texto inédito, premiado em concurso promovido pela Fundação Nacional de Artes, em 2004, o espetáculo “A Carpa” estreia na sexta-feira, 23 de março, às 21h, no Teatro Plínio Marcos, em Brasília. Com texto de Denise Crispun e Melanie Dimantas, “A Carpa” traz no elenco Ivone Hoffmann e Anna Cotrim. A direção é de Ary Coslov. A peça coloca em questão uma geração que rompeu com a tradição e está em crise.
Ivone Hoffmann e Anna Cotrim se revezam em quatro papéis, em duas épocas e em países diferentes, Brasil e Rússia. Uma mãe, que ainda carrega dentro de si o seu país e as tradições dos guetos, e uma filha aculturada, que se casou com um “não judeu”. A ação transcorre em um único dia, véspera de Pessach, a páscoa judaica. Em torno da preparação do peixe tradicional, mãe e filha confrontam com humor amargo suas visões de mundo. Nos limites geográficos de uma cozinha, a mãe, cheia de certezas e valores imutáveis, e a filha, na corda bamba entre o que lhe foi passado e o mundo em que vive, têm que descobrir o afeto que, apesar de todas as diferenças, existe adormecido entre as duas.
Para o diretor Ary Coslov, mais do que discutir suas visões do judaísmo, mãe e filha confrontam suas relações afetivas: “Poderiam ser cristãs, muçulmanas, budistas, não importa. O que importa é a resistência do amor, mesmo com a diferença de pontos de vista, das leis da religião e da vida. O Pessach celebra a libertação e, por extensão, a busca por um mundo melhor. É isso o que fazem essas mulheres judias da peça, cada uma a seu modo”, afirma.
Serviço
A Carpa
Teatro Plínio Marcos - SDC, Lote 2, Eixo Monumental
De 23 a 25 de março. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 18h.
Entrada: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Classificação 10 anos
Categoria: Teatro Data: 23.03.2012 Local: Brasília
Ivone Hoffmann e Anna Cotrim se revezam em quatro papéis, em duas épocas e em países diferentes, Brasil e Rússia. Uma mãe, que ainda carrega dentro de si o seu país e as tradições dos guetos, e uma filha aculturada, que se casou com um “não judeu”. A ação transcorre em um único dia, véspera de Pessach, a páscoa judaica. Em torno da preparação do peixe tradicional, mãe e filha confrontam com humor amargo suas visões de mundo. Nos limites geográficos de uma cozinha, a mãe, cheia de certezas e valores imutáveis, e a filha, na corda bamba entre o que lhe foi passado e o mundo em que vive, têm que descobrir o afeto que, apesar de todas as diferenças, existe adormecido entre as duas.
Para o diretor Ary Coslov, mais do que discutir suas visões do judaísmo, mãe e filha confrontam suas relações afetivas: “Poderiam ser cristãs, muçulmanas, budistas, não importa. O que importa é a resistência do amor, mesmo com a diferença de pontos de vista, das leis da religião e da vida. O Pessach celebra a libertação e, por extensão, a busca por um mundo melhor. É isso o que fazem essas mulheres judias da peça, cada uma a seu modo”, afirma.Serviço
A Carpa
Teatro Plínio Marcos - SDC, Lote 2, Eixo Monumental
De 23 a 25 de março. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 18h.
Entrada: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Classificação 10 anos
Categoria: Teatro Data: 23.03.2012 Local: Brasília
Estrutura Volátil
O artista paranaense Geraldo Zamproni apresenta sua primeira exposição individual na capital federal com a instalação “Estrutura Volátil”. A mostra será aberta dia 9 de fevereiro, na Marquise do Complexo Cultural da Funarte, em Brasília. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011, para ocupação do espaço.
“Estrutura Volátil” é uma instalação com almofadas gigantes que aparentemente substituem os 31 pilares que sustentam a marquise. Confeccionadas em material sintético e sob medida para esta instalação, considerando a secção e altura dos pilares existentes, elas medem 6m X 6m de largura e 2,30m de altura. Ao serem dispostas em fileiras, dão a ideia de sustentarem a marquise. No centro de cada almofada há um orifício para acomodar o pilar, e um fechamento vertical com velcro conclui a camuflagem. Cada uma é inflada individualmente por um compressor em movimento constante.
Serviço
Estrutura Volátil
Marquise do Complexo Cultural Funarte - Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural (entre a Torre de TV e o Centro de Convenções). Fone: (61) 3322-2076 / 3322-2920.
De 10 de fevereiro a 11 de março, das 9h às 21h
Entrada franca
Classificação Livre
Categoria: Exposições Data: 13.02.2012 Local: Brasília
“Estrutura Volátil” é uma instalação com almofadas gigantes que aparentemente substituem os 31 pilares que sustentam a marquise. Confeccionadas em material sintético e sob medida para esta instalação, considerando a secção e altura dos pilares existentes, elas medem 6m X 6m de largura e 2,30m de altura. Ao serem dispostas em fileiras, dão a ideia de sustentarem a marquise. No centro de cada almofada há um orifício para acomodar o pilar, e um fechamento vertical com velcro conclui a camuflagem. Cada uma é inflada individualmente por um compressor em movimento constante.
Serviço
Estrutura Volátil
Marquise do Complexo Cultural Funarte - Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural (entre a Torre de TV e o Centro de Convenções). Fone: (61) 3322-2076 / 3322-2920.
De 10 de fevereiro a 11 de março, das 9h às 21h
Entrada franca
Classificação Livre
Categoria: Exposições Data: 13.02.2012 Local: Brasília
7º Arte e Cidadania
Sete atrações se apresentam dia 23 de dezembro, a partir das 16 horas, na Funarte. É a sétima edição do Arte e Cidadania.
A principal atração da noite é Lirinha. Ele era vocalista do grupo Cordel do Fogo Encantado. Agora em carreira solo, Lirinha continua levando aos palcos sua forte apresentação, que mistura influencias dos cantores populares, repentistas, do maracatu, do coco e do reizado.
Confira as atrações do evento:
Serviço
7º Arte e Cidadania
Funarte - Eixo Monumental
23 de dezembro de 2011, às 16h
Entrada franca
Classificação 14 anos
A principal atração da noite é Lirinha. Ele era vocalista do grupo Cordel do Fogo Encantado. Agora em carreira solo, Lirinha continua levando aos palcos sua forte apresentação, que mistura influencias dos cantores populares, repentistas, do maracatu, do coco e do reizado.
Confira as atrações do evento:
16h - Teatro com as companhias Mapati e Hierofante
19h - Gessé Lima
20h - Luca Rodriguis
21h - Cacai Nunes
22h - Pé de Cerrado
23h - Sistema Criolina
00h - Lirinha
A entrada é franca.
7º Arte e Cidadania
Funarte - Eixo Monumental
23 de dezembro de 2011, às 16h
Entrada franca
Classificação 14 anos
Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro
De 13 a 18 de agosto acontece o Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro na Funarte.
O festival tem por objetivo discutir e difundir o teatro popular do Brasil. Para isso, grupos tradicionais e outros, que têm como base as estruturas do teatro de terreiro, estarão se apresentando na Sala Plínio Marcos.
Além das peças, que misturam dança, música e poesia, o festival também conta com palestras e debates sobre o teatro de terreiro: suas origens, suas peculiaridades, suas realização.
Confira a programação:
13.12, às 21h - Tio Vânia (Teatro Galpão - MG)
14.12, às 21h - Mátria (Antônio Nóbrega - PE)
15.12, às 21h - Donzela Guerreira (Mundu Rodá - SP)
16.12, às 20h - Samba no Canavial (Pedro Salustiano)
às 21h - Cavalo Marinho Boi Pintado
17.12, às 15h (Sala Cássia Eller) - Conversa Solta: o Teatro Popular e seus Modernos Brincantes
às 20h - Mamulengo Zé Divina
às 21h Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro
18.12, às 20h - Café com Queijo (Lume - SP)
Serviço
Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro
Sala Plínio Marcos da Funarte - SDC, Eixo Monumental, Lote 2
De 13 a 18 de dezembro
Entrada franca
Classificação 12 anos
O festival tem por objetivo discutir e difundir o teatro popular do Brasil. Para isso, grupos tradicionais e outros, que têm como base as estruturas do teatro de terreiro, estarão se apresentando na Sala Plínio Marcos.
Além das peças, que misturam dança, música e poesia, o festival também conta com palestras e debates sobre o teatro de terreiro: suas origens, suas peculiaridades, suas realização.
Confira a programação:
13.12, às 21h - Tio Vânia (Teatro Galpão - MG)
14.12, às 21h - Mátria (Antônio Nóbrega - PE)
15.12, às 21h - Donzela Guerreira (Mundu Rodá - SP)
16.12, às 20h - Samba no Canavial (Pedro Salustiano)
às 21h - Cavalo Marinho Boi Pintado
17.12, às 15h (Sala Cássia Eller) - Conversa Solta: o Teatro Popular e seus Modernos Brincantes
às 20h - Mamulengo Zé Divina
às 21h Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro
18.12, às 20h - Café com Queijo (Lume - SP)
Serviço
Festival Brasileiro de Teatro de Terreiro
Sala Plínio Marcos da Funarte - SDC, Eixo Monumental, Lote 2
De 13 a 18 de dezembro
Entrada franca
Classificação 12 anos
Lua Cambará
Aria Social encena Lua Cambará hoje (29/11) na Sala Plínio Marcos da Funarte. O espetáculo é a adaptação do conto de tradição oral que narra a história de Lua, filha de um senhor de engenho com uma escrava.
Rejeitada pelo pai, ela maltrata a todos por não aceitar a própria raça. Também nunca foi correspondida afetivamente, embora sempre fora apaixonada por um homem casado e fosse desejada por outros homens. Com a morte do pai, Lua semeia o ódio por conta da herança.
A direção é de Ana Emília Freire e Carla Machado e a adaptação é de Cecília Brennand.
Serviço
Lua Cambará
Sala Plínio Marcos, Funarte - SDC, Lote 02
Dia 29 de novembro, às 20h
Entrada franca
Classificação Livre
Rejeitada pelo pai, ela maltrata a todos por não aceitar a própria raça. Também nunca foi correspondida afetivamente, embora sempre fora apaixonada por um homem casado e fosse desejada por outros homens. Com a morte do pai, Lua semeia o ódio por conta da herança.
A direção é de Ana Emília Freire e Carla Machado e a adaptação é de Cecília Brennand.
Serviço
Lua Cambará
Sala Plínio Marcos, Funarte - SDC, Lote 02
Dia 29 de novembro, às 20h
Entrada franca
Classificação Livre
Orkestra Rumpilezz
Banda mais festeja dos últimos tempos no cenário brasileiro, a Orkestra Rumpilezz faz show hoje (25/11) de graça na área externa da Funarte.
A Rumpilezz faz uma fusão entre a música baiana e o jazz e é composta por cinco músicos de pecurssão (atabaques, surdos, timbaús, caixa, agogô, pandeiro e caxixi) e catorze músicos de sopro (quatro trompetes, quatro trombones, dois saxes altos, dois saxes tenor, um sax barítono e um tuba).
A qualidade musical da banda vem conquistando prêmios pelo país, como Prêmio Bravo! de Melhor CD Popular e Prêmio da Música Brasileira de Revelação e Melhor Grupo Instrumental.
É a primeira apresentação do grupo no DF. Após o show, começa a festa Criolina.
Serviço
Rumpilezz
Funarte - Área externa
Dia 25 de novembro, às 22h
Entrada franca
Classificação Livre
A Rumpilezz faz uma fusão entre a música baiana e o jazz e é composta por cinco músicos de pecurssão (atabaques, surdos, timbaús, caixa, agogô, pandeiro e caxixi) e catorze músicos de sopro (quatro trompetes, quatro trombones, dois saxes altos, dois saxes tenor, um sax barítono e um tuba).
A qualidade musical da banda vem conquistando prêmios pelo país, como Prêmio Bravo! de Melhor CD Popular e Prêmio da Música Brasileira de Revelação e Melhor Grupo Instrumental.
É a primeira apresentação do grupo no DF. Após o show, começa a festa Criolina.
Serviço
Rumpilezz
Funarte - Área externa
Dia 25 de novembro, às 22h
Entrada franca
Classificação Livre
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